segunda-feira, 16 de março de 2020

Lavandas... ah essas flores delicadas que enfeitam a fachada de nossa loja e emprestam sabor às nossas guloseimas!
Embora mais conhecida por seu uso cosmético, medicinal e relaxante, a lavanda também é utilizada na culinária, aromatizando bolos, geléias, sorvetes e muito mais.
Aqui na Fada Formiga ela é o ingrediente estrela e caiu no gosto de nossos clientes, que provam e aprovam nossas criações.
Para que você conheça um pouco mais de nossa história com esse sabor delicado de lavanda, clique no link e acesse a matéria que a Gazeta do Povo Bom Gourmet preparou.
Ficou curioso em experimentar! Não perca tempo e venha nos visitar.
Uma semana perfumada e gostosa a todos!

https://www.gazetadopovo.com.br/bomgourmet/produtos-ingredientes/da-perfumaria-a-confeitaria-lavanda-saboriza-doces-e-chocolates/

domingo, 16 de março de 2014

Cof, cof... reativando o blog de gostosuras!


Após um longo (ou ainda) e quente verão (e primavera, e frio inverno, e ameno outono) estamos reativando nosso blog.
Agradecemos a todos nossos fãs, pessoas queridas que frequentam a Fada Formiga, por apreciarem tudo o que fazemos com muito amor e carinho para tornar o dia de cada um mais doce, mais feliz, mais reconfortante.
Para os que chegam, lembramos que desde 2006 a Fada Formiga existe com um único propósito: resgatar aquela sensação gostosa que o cheirinho de algo saindo do forno nos traz. Quem entra na Fada sabe e sente isso, principalmente se é o bolo de fubá que acaba de ser assado e vem para o balcão, sabe bem do que estamos falando.
Agora o bolo caseiro está na modinha. Que bom! Somos a vanguarda, então.
Enfim. Bolinho assim ou assado, o post de hoje é para estimular aqueles que acham que se aventurar na confeitaria é coisa difícil. Errar faz parte do processo, afinal.
Enquanto a broa assa, aí vai a receita de minobolos de baunilha, recheados com geleia de morango e cobertos com glacê de cream cheese.
Detalhe: entre tantos vai-e-vens, estava sem forma de muffins aqui em casa. Usei forminhas de flan. Se você não tem formas de muffins, ou de empadinhas, ou de quindins (são praticamente iguais), use canecas que possam ir ao forno. O que vale é a tentativa de comer algo gostoso em um domingo melancólico.
Passo-a-passo:
Bata na batedeira 100g de manteiga em temperatura ambiente com 100g de açucar até que fique "fofo". Fofo significa esbranquiçado e... leve. Adicione dois ovos, um a um, sempre batendo em velocidade baixa. Misture, então, 100g de farinha peneirada com uma colher de sobremesa de fermento em pó.
Adicione baunilha, de preferencia baunilha de verdade, pois o sabor é outro, ou raspas de limão, de laranja, um pouco de café solúvel; aí vai do gosto, pois a massa é versátil.
Despeje a massa nas forminhas de papel (se não tiver forminhas de papel, unte bem as forminhas de empada, ou quindim, ou muffin, ou a caneca), até completar 2/3.
Leve ao forno pré-aquecido a 180 graus por 20 minutos (depende do forno). Na dúvida, espete um palito de espetinho ou uma faca. Se sair limpa, está assado.
Deixe esfriar. Recheie, se quiser, com geleia, doce de leite, creme, cavando com uma colher o centro do bolinho e retirando um pouco da massa.
Cubra com glacê de cream cheese que você prepara assim:
Bata na batedeira 100g de manteiga em temperatura ambiente com 200g de açucar de confeiteiro. Acrescente 100g de cream cheese e continue batendo, em velocidade baixa, até que incorpore.
Depois, é só se deliciar!
A receita rende 6 minibolos.


segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Proust, madeleines e a memória afetiva.


Todos têm uma história que envolve aromas e sabores para contar, não é mesmo?

Em nosso caso, são várias e, obviamente, envolvem guloseimas. Bolinho de polvilho saindo do forno tem cheiro de três meninas procurando o esconderijo dos quitutes que só poderiam ser devorados depois que toda a fornada ficasse pronta.

Cheiro de bolo de fubá é o aroma das manhãs de sábado e o gosto do bolo de fubá misturado ao do café lembra as tardes de sábado. Pão assando invariavelmente remete ao nosso querido pai que fazia os mais deliciosos pães do mundo! Todos os dias nossa casa cheirava a pão fresquinho.

E por aí vai. Chegávamos da escola, no final da tarde, e encontrávamos os tais pães e uma jarra verde - de louça, é claro – cheinha de chocolate quente (chocolate mesmo, amarguinho). Fechar os olhos e lembrar de tudo isso garante passagem de primeira classe aos melhores momentos de nossas vidas.

Hoje em dia também associamos aromas e gostos a momentos especiais. Provavelmente esse processo nunca terá fim. Teremos 80 anos e nos lembraremos do cheiro-do-pão-da-padaria-da-esquina (que Deus conserve nossa memória, por favor).

Proust, em sua obra “Em busca do tempo perdido”, para resgatar a própria infância, recorre a um bolinho que sua tia costumava fazer. Os tais bolinhos eram madeleines. Há varias histórias que tentam decifrar a origem das madeleines; deixaremos isso para outra hora. Na realidade, o que realmente importa é que esses deliciosos bolinhos são a simplicidade em forma de comidinha, daquelas que se come de olhos fechados e que levam embora todos os males de nossa vida cotidiana.

E esse é o nosso dia a dia aqui na Fada Formiga. Cada guloseima tem uma história e quando nossos amigos fecham os olhos e viajam enquanto devoram um pedaço de bolo de fubá ou um biscoitinho amanteigado ou uma de nossas deliciosas madeleines (aqui tem de lavanda, flor de laranjeira, limão, água de rosas e jasmim!), nossos corações enchem-se de alegria.

Voltando às madeleines imortalizadas por Proust, que tal convocar o passado através de um deliciosa madeleine e uma xícara de chá?
 
E para quem não conhece, aí está o trecho da referida obra de Proust.
Vale a leitura!
 
PROUST, Marcel. Em busca do tempo perdido – Vol. 1: O caminho de Swann. (trecho)
Fazia já muitos anos que, de Combray, tudo que não fosse o teatro e o drama do meu deitar não existia mais para mim, quando num dia de inverno, chegando eu em casa, minha mãe, vendo-me com frio, propôs que tomasse, contra meus hábitos, um pouco de chá. A princípio recusei e, nem sei bem porque, acabei aceitando. Ela então mandou buscar um desses biscoitos curtos e rechonchudos chamados madeleines, que parecem ter sido moldados na valva estriada de uma concha de São Tiago. E logo, maquinalmente, acabrunhado pelo dia tristonho e a perspectiva de um dia seguinte igualmente sombrio, levei à boca uma colherada de chá onde deixara amolecer um pedaço da madeleine.
Mas no mesmo instante em que esse gole, misturado com os farelos do biscoito, tocou meu paladar, estremeci, atento ao que se passava de extraordinário em mim. Invadira-me um prazer delicioso, isolado, sem a noção de sua causa. Rapidamente se me tornaram indiferentes as vicissitudes da minha vida, inofensivos os seus desastres, ilusória a sua brevidade, da mesma forma como opera o amor, enchendo-me de uma essência preciosa; ou antes, essa essência não estava em mim, ela era eu. Já não me sentia medíocre, contingente, mortal. De onde poderia ter vindo essa alegria poderosa? Sentia que estava ligada ao gosto do chá e do biscoito, mas ultrapassava-o infinitivamente, não deveria ser da mesma espécie. De onde vinha? Que significaria? Onde apreendê-Ia? Bebi um segundo gole no qual não achei nada além do que no primeiro, um terceiro que me trouxe um tanto menos que o segundo. É tempo de parar, o dom da bebida parece diminuir. É claro que a verdade que busco não está nela, mas em mim. Ela a despertou mas não a conhece, podendo só repetir indefinidamente, cada vez com menos força, o mesmo testemunho que não sei interpretar e que desejo ao menos poder lhe pedir novamente e reencontrar intacto, à minha disposição, daqui a pouco, para um esclarecimento decisivo. Deponho a xícara e me dirijo ao meu espírito. Cabe a ele encontrar a verdade. Mas de que modo? Incerteza grave, todas as vezes em que o espírito se sente ultrapassado por si mesmo; quando ele, o pesquisador, é ao mesmo tempo a região obscura que deve pesquisar e onde toda a sua bagagem não lhe servirá para nada. Procurar? Não apenas: criar. Está diante de algo que ainda não existe e que só ele pode tornar real, e depois fazer entrar na sua luz.
E recomeço a me perguntar o que poderia ser esse estado desconhecido, que não apresentava nenhuma prova lógica, e sim a evidência de sua felicidade, de sua realidade, ante a qual as outras se desvaneciam. Quero tentar fazê-lo reaparecer. Pelo pensamento, retrocedo ao instante em que tomei a primeira colherada de chá, e encontro a mesma situação, sem qualquer luz nova. Peço a meu espírito mais um esforço, que me traga ainda uma vez a sensação que escapa. E, para que nada quebre o impulso com que ele vai procurar recuperá-la, afasto todos os obstáculos, toda idéia estranha, protejo meus ouvidos e minha atenção contra os rumores da sala ao lado. Porém, sentindo que o espírito se cansa sem proveito, forço-o, ao contrário, a aceitar a distração que lhe recusava, a pensar em outra coisa, a se refazer antes de uma tentativa suprema. Depois, pela segunda vez, faço o vácuo diante dele, e coloco-o de novo em face do sabor ainda recente daquele primeiro gole, e sinto palpitar em mim algo que se desloca, desejaria elevar-se, algo que teria se soltado a uma grande profundidade; não sei o que é, mas aquilo sobe devagar; experimento a resistência e ouço o rumor das distâncias atravessadas.
Certamente, o que palpita desse modo bem dentro de mim, deve ser a imagem, a lembrança visual, que, ligada a esse sabor, tenta segui-lo até mim. Mas debate-se muito longe, muito confusamente; mal percebo o reflexo neutro em que se confunde o inatingível turbilhão de cores remudadas; e não consigo distinguir a forma, pedir-lhe como ao único intérprete possível, que me traduza o testemunho de sua contemporânea, de sua companheira inseparável, pedir-lhe que me diga de que circunstância particular, de que época do passado se trata.
Será que vai chegar até a superfície de minha clara consciência, essa lembrança, o instante antigo que a atração de um instante idêntico veio de tão longe solicitar, comover, erguer do fundo de mim? Não sei. Agora não sinto mais nada, parou, desceu de novo talvez; quem sabe se nunca mais voltará de sua noite? Dez vezes é preciso que eu recomece, que me debruce para ele. E, a cada vez, a canseira que nos desvia de toda tarefa difícil, de toda obra importante, me aconselhou largar aquilo, beber meu chá pensando apenas nos aborrecimentos de hoje, nos desejos de amanhã, que se deixam remoer sem fadiga.
E de súbito a lembrança me apareceu. Aquele gosto era o do pedacinho de madeleine que minha tia Léonie me dava aos domingos pela manhã em Combray (porque nesse dia eu não saía antes da hora da missa), quando ia lhe dar bom-dia no seu quarto, depois de mergulhá-lo em sua infusão de chá ou de tília. A vista do pequeno biscoito não me recordara coisa alguma antes que o tivesse provado; talvez porque, tendo-o visto desde então, sem comer, nas prateleiras das confeitarias, sua imagem havia deixado aqueles dias de Combray para se ligar a outros mais recentes; talvez porque, dessas lembranças abandonadas há tanto fora da memória, nada sobrevivesse, tudo se houvesse desagregado; as formas e também a da pequena conchinha de confeitaria, tão gordamente sensual sob as suas estrias severas e devotas tinham sido abolidas, ou, atormentadas, haviam perdido a força de expansão que lhes teria permitido alcançar a consciência. Mas, quando nada subsiste de um passado antigo, depois da morte dos seres, depois da destruição das coisas, sozinhos, mais frágeis porém mais vivazes, mais imateriais, mais persistentes, mais fiéis, o aroma e o sabor permanecem ainda por muito tempo, como almas, chamando-se, ouvindo, esperando, sobre as ruínas de tudo o mais, levando sem se submeterem, sobre suas gotículas quase impalpáveis, o imenso edifício das recordações.
E logo que reconheci o gosto do pedaço da madeleine mergulhado no chá que me dava minha tia (embora não soubesse ainda e devesse deixar para bem mais tarde a descoberta de por que essa lembrança me fazia tão feliz), logo a velha casa cinzenta que dava para a rua, onde estava o quarto dela, veio como um cenário de teatro se colar ao pequeno pavilhão, que dava para o jardim, construído pela família nos fundos (o lanço truncado que era o único que recordara até então); e com a casa, a cidade, da manhã à noite e em todos os tempos, a praça para onde me mandavam antes do almoço, as ruas aonde eu ia correr, os caminhos por onde se passeava quando fazia bom tempo. E como nesse jogo em que os japoneses se divertem mergulhando numa bacia de porcelana cheia de água pequeninos pedaços de papel até então indistintos que, mal são mergulhados, se estiram, se contorcem, se colorem, se diferenciam, tornando-se flores, casas, pessoas consistentes e reconhecíveis, assim agora todas as flores do nosso jardim e as do parque do Sr. Swann, e as ninféias do Vivonne, e a boa gente da aldeia e suas pequenas residências, e a igreja, e toda Combray e suas redondezas, tudo isso que toma forma e solidez, saiu, cidade e jardins, de minha xícara de chá.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

1 ano de muita alegria e gulodices!

Dia 03 de setembro de 2012 a Fada Formiga e o Mime Atelier de Noivas comemoraram 1 ano.
Quando abrimos nossas portas tínhamos certeza de que, para nós, a experiência seria gratificante, mas não sabíamos que ela viria com recheio e cobertura.
Nesse tempo, várias coisas aconteceram e todas envolvem pessoas. Amigos que conquistamos e que estão conosco desde antes de abrirmos; amigos que alegram nossas tardes de sábado e já fazem parte de nossa história; amiguinhos mirins que entram na loja e pedem, com propriedade, as gulodices que fazemos especialmente para eles. Pessoas que entenderam nossa ideia de não ser apenas mais um comércio, mas sim um lugar onde se possa ser feliz na companhia de um bolo fofinho e uma xícara de chá.
Tivemos a felicidade de sermos indicadas para a Veja Comer&Beber Curitiba, dias antes de nosso primeiro aniversário, reconhecimento que só perde para o que recebemos de nossos clientes, todos os dias.
Nossa proposta de oferecer produtos feitos da maneira que aprendemos com nossos pais, com qualidade, em um ambiente familiar e aconhegante, para restaurar as pessoas e fazê-las felizes continuará sendo a essência de nosso negócio, independentemente do sucesso público que alcançarmos. Nossa irmã Luciana, que está a frente do atelier, continuará desenhando e confeccionando, com todo o cuidado e carinho que a ocasião merece, não apenas vestidos, mas sim a roupa que pessoas especiais, que reconhecem o trabalho artesanal, usarão em dias especiais de suas vidas.
A todos nossos amigos, clientes, entusiastas, fãs e formiguinhas, obrigada por nos prestigiarem. Que este seja o primeiro ano de outros ainda mais doces e gostosos.
Beijos das Fadas!

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Às vezes, nada conforta mais do que uma boa xícara de café

Café pretinho e bolo de fubá: quem resiste? (foto: Dico Kremer)
E se for acompanhada de bolo de fubá, então... Pode ser que alguém não concorde, mas há momentos na vida em que tudo o que precisamos é uma xícara de café. Puro ou com leite, forte ou fraco, doce ou amargo, frio ou pelando. Não importa - a necessidade fala mais alto. Sim, café vicia, assim como tantas outras coisas que se consumidas sem moderação, viciam (cartão de crédito é um bom exemplo).
Mas dentre os vícios, o café não é dos piores. Pelo contrário. Bem dosado, faz muito bem. Mas talvez melhor do que a bebida em si seja seu aroma. Lembro-me de quando vínhamos de Ponta Grossa para Curitiba e sentíamos o maravilhoso cheirinho de café torrado da fábrica do café Damasco. Era sinal que a viagem estava no fim.
Em Ponta Grossa, esse aroma vinha das chaminés do Café Kiebom e do Café Lontrinha - éramos pequenas e íamos com nosso pai comprar café na própria fábrica, moídinho na hora. Quem atendia a loja do Lontrinha era uma senhorinha muito simpática, figura de um tempo em que tudo parecia tão mais simples e se resolvia com uma xícara de café. Cá entre nós, comprar direto na fábrica era muito mais charmoso do que pegar um pacote na gôndola do supermercado. Mas o tempo passou, as cidades se transformaram e a poluição (e o capitalismo)ajudou a tirar de nós algo que parecia tão nosso: o cheirinho de café torrado.
Talvez seja por isso que aqui na Fada Formiga sempre que sai um cafezinho fresquinho imediatamente nos sentimos bem e o servimos com tanta satisfação. Cada dose é única, merece ser bem tirada e, acima de tudo, degustada. E se der, com um belo pedaço de bolo de fubá quentinho.
Viva a magia que se esconde nesses grãozinhos tão preciosos!
Beijos das Fadas.

domingo, 13 de maio de 2012

Mãe é uma só

Sempre que ouvimos alguém dizer que mãe é uma só, não damos muita importância, pois não pensamos sobre o que isso significa, efetivamente. Ontem recebemos a visita de um amigo aqui na Fada que abraçou nossa mãe e nos perguntou se ela estava a venda, dizendo que quem não tem mais sabe o quanto ela faz falta. Nossa mãe é, sem dúvidas, uma pessoa especial e não, não está a venda.
Quem já foi ou passou pela loja já deve ter visto a Dona Alice sentadinha, com seu bordado ou crochê, dando boas vindas a quem entra. Já disseram que ela faz parte da decoração e não, como outras coisas, ela não está a venda. Mas emprestamos para quem quiser um colo, um conselho, ou bater um bom papo. Às vezes ela dá uma sumida, pois tem que cuidar de suas coisas e sua casa em Ponta Grossa, porém sempre volta. Afinal, suas meninas estão aqui e como mãe coruja, precisa sempre estar por perto.
Foi ela quem nos ensinou muito do que sabemos; foi ela, ao lado de nosso pai, quem dedicou uma vida para nos educar e nos dar tudo o que precisávamos. E foi ela quem um dia nos mandou para a cozinha, portanto, é responsável por hoje oferecermos gulodices que confortam e fazem as pessoas felizes. Sem falar do talento que faz dela uma bordadeira de mão cheia.
Por tudo isso, nossa mãe é uma só, e estará sempre em nossos corações. Feliz dia das mães a todas as mães que, como a nossa, é MÃE com letras maiúsculas.
Beijos das Fadas!

terça-feira, 1 de maio de 2012

Casar é tudo de bom!

Toda menina sonha em um dia se casar - emprestamos esta frase de nossa irmã Luciana -, e de preferência com um príncipe (o gênero aqui é feminino porque as Fadas são meninas). Com certeza nossos amores são príncipes aos nossos olhos e não há como negar que existe muito encanto e magia por trás de tudo o que envolve um casamento. Casar é tudo de bom e significa que num mundo tão grande e com tanta, tanta gente, existem duas pessoas que se completam, que se encontraram e que toparam enfrentar a vida juntos. Na essência, o que motiva uma união, independentemente de como ela seja, é lindo. E hoje a Fada Formiga fez parte de uma história de amor, pois com todo o carinho que a data merece, preparou o bolo de casamento do lindo e querido casal Jennifer e Karl Rogers. Nomes de artistas de cinema, como diz nossa mãe Alice. Certamente eles tiveram um dia perfeito e, do fundo de nossos corações, desejamos a eles que vivam em plena harmonia e felicidade. Afinal, o amor é lindo e merece ser celebrado - e cultivado -, dia após dia.
Beijos das Fadas!

terça-feira, 6 de março de 2012


Os simpáticos - e deliciosos - Queques da Fada
Queques de laranja da Fada Formiga

Que nossa gastronomia recebe influências do mundo inteiro, todos já sabemos.

Nosso país é pluricultural e, graças a isso, temos a melhor mesa do mundo: farta e diversificada. Afinal, quem NUNCA experimentou macarrão e churrasco, juntos, no almoço de domingo? Lá em casa era assim. Independentemente do cardápio do domingo, sempre tinha macarrão (e não, não somos italianas, somos polacas). Bem, o fato é que fomos colonizados por portugueses e, por consequência, nossa culinária muito deve aos lusitanos, mas temos deixado de lado nossas raízes em troca de novas propostas, digamos, mais moderninhas.

Particularmente eu idolatro a doçaria portuguesa. Digo amém toda vez que devoro um quindim ou um pastel de Belém e abençôo as freiras que usavam as claras dos ovos para engomar suas vestes (e fabricar as hóstias). Claro que, em minha opinião, as claras de ovos são muito mais úteis se misturadas ao açúcar para formarem delicados suspiros.

Também é muito peculiar a maneira pela qual os portugueses nominam suas coisas, como suas Quintas, por exemplo, ou alguns pratos como as batatas aos murros, sem falar de alguns pratos de bacalhau cujos nomes podem soar como uma ofensa para alguns e, por respeito a todos, deixaremos isso de lado.

Mas toda essa introdução é para falar dos Queques. Queques são bolinhos simples, portugueses, similares aos muffins, que vão muito bem com uma boa xícara de chá ou café. E por que raios nós não chamamos nossos minibolos de Queques? Ou ainda, onde perdemos o elo entre nossas origens e o que somos hoje? Mistérios insondáveis da humanidade. Mas voltando aos Queques e à simplicidade das coisas, ontem ao olhar os bolinhos que fizemos para nossos clientes alérgicos a glúten e lactose, pensei: eles merecem ser chamados de Queques, pois são irresistivelmente simpáticos e simples. A pura simplicidade também dá água na boca.

E esses bolinhos são especiais, pois para quem não sabe, a Fada Formiga também considera aquelas pessoas que infelizmente possuem algum tipo de restrição alimentar. Todos têm o direito de ser feliz. Mesmo sem açúcar, sem manteiga ou sem trigo, a vida pode ser doce, fofinha e muito saborosa.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

As Madeleines da Fada!

















Queridos amigos da Fada Formiga, sabem que quando voltamos de férias, voltamos com a corda toda, com novidades e tudo mais... A novidade da semana, além do sorvete maravilhoso de chocolate branco com crocante de amêndoas, são as Madeleines. Estávamos loucas para testar nossas formas novas de Madeleines, mas a correria do Natal não deixou. Agora sim, temos Madeleines na Fada Formiga!!!! Essas de hoje são de limão, mas que tal se forem aromatizadas com água de rosas ou com água de flores de laranjeira heim?? Essas serão as próximas fornadas!!! Então, estão todos convidados a saborear esta delicada e especial novidade!


Beijos da Fada!





2012 a todo vapor (e com aroma de pão fresquinho)!

Pão integral especial da Fada Formiga 

Após a correria de fim de ano, balanço, recesso e com muitas ideias e vontade de conquistar mais e mais paladares, a Fada Formiga reabriu suas portas nesta segunda-feira, dia 16.
Essa mesma correria, balanço e recesso nos impediu de atualizarmos o blog e, com isso, agradecermos a todos aqueles que nos visitaram, indicaram e se deliciaram com as gulodices que preparamos com tanta paixão.
2011 foi muito importante, pois concretizamos um sonho que significa muito a todas nós. Além disso, conhecemos muita gente bacana que se tornaram amigas (pena que nem sempre podemos sentar juntas para tomarmos um chazinho) e que fazem parte de nossa - ainda - pequena história. Algumas dessas pessoas são pequeninas, e acreditem, conquistar o paladar de uma criança não é tarefa fácil, não. Por isso, cada vez que uma miniatura de gente entra na loja, com sorriso largo no rosto e corre para nos dar um abraço para depois escolher uma gulodice é um prato cheio que alimenta nossas almas. Adoramos todas as crianças (de todas as idades), que nos dão o prazer de suas visitas.
Bem, falando de alimento para alma, o primeiro post do ano, além de agradecer, é para falar sobre pão. Estamos nos primeiros dias de 2012, ainda temos no coração as coisas legais que aconteceram em 2011, os votos de felicidades que recebemos e, sobretudo, a crença de que um mundo melhor está por vir. A sensação pode não durar, mas está ao nosso alcance conservarmos e cultivarmos as coisas simples, que nos fazem bem e que nos confortam no dia a dia de uma realidade nem sempre agradável. E cá entre nós, existe algo mais reconfortante e abençoado do que o pão? Um alimento simples em sua composição, mas riquíssimo em sua essência. Farinha, sal, água e fermento são os ingredientes básicos para se fazer um pão. Quem disser que não sabe fazer, é porque nunca tentou, ou tentou pouco. Até as máquinas conseguem fazer! Pois bem, compramos um livro com receitas de pães que traz a comparação entre o industrializado e o caseiro. Gente, é absurda a diferença. A quantidade de coisas com nomes estranhos que compõem a fórmula do pão industrializado contrasta muito com os quatro singelos ingredientes do pão caseiro. Aí eu me peguei pensando: se fazer pão é tão fácil, o cheiro que invade a casa é tão, tão, tão gostoso e reconfortante e o sabor é tão bom, porque não falar sobre isso? Aqui no blog há uma receita de Pão Caseiro Fácil, Fácil, que a Beth postou. Amigos, aventurem-se! Vocês conseguem. Depois que vocês pegarem o jeito, criar receitas adicionando cereais, farinha integral, centeio é muito fácil. Mas para quem não tem lá muito tempo ou já desistiu de tentar, a Fada Formiga preenche essa lacuna em suas mesas - e almas, oferecendo todos os dias pães e broas fresquinhas e deliciosas. É só encomendar, pois nem sempre sobra lá na loja.
Beijos da Fada!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Há quem não goste, mas tem tudo a ver com Natal

Minipanetone: R$ 8,70  /  Panetone: de R$ 17 a 22,00
Panetone é um pão doce que se encontra na categoria "ou você ama, ou não suporta". Muitas pessoas amam e a prova disso é que alguns mercados e panificadoras produzem a gulodice durante todo o ano. E há aqueles que dizem "ui, eu não suporto", seja por conta das frutas cristalizadas, ou da essência marcante dos panetones industrializados. Pois bem, a Fada Formiga faz parte do grupo que ama panetone. Quando nosso pai preparava essa gulodice, nós ajudávamos confeccionando as formas, pois naquela época (nossa, nem faz taaaaanto tempo assim, afinal, somos tão jovenzinhas!) não encontrávamos facilmente como hoje, ainda mais em Ponta Grossa. O tempo passou, infelizmente o Sr. Polan já não está fisicamente conosco, mas certamente está ao nosso lado, palpitando como sempre fazia. E é nossa missão preservar a receita que ele fazia com tanto carinho. Por isso, a sugestão de n. 23 é o Panetone do Polan (lê-se Pó-lan). Além da fermentação bem lenta, nossos panetones são elaborados com ingredientes de primeira e NÃO levam essência de panetone, pois a massa já possui seu próprio aroma. Grande ou mini, com gotas de chocolate belga ou frutinhas (cerejas, cramberries, laranja...), com ou sem glacê. Você escolhe. É fofinho e gostoso de qualquer forma e a qualquer hora. Impossível resistir até o Natal.
Encomente os seus clicando aqui (para presentear ou para o seu próprio deleite).
Beijos da Fada

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Contagem regressiva






Cookies de chocolate branco e macadâmias R$ 6,50/100g + embalagem
Hoje é 1 de dezembro. O primeiro dia do início do fim do ano (pelo menos é assim que vejo). Agora só resta dezembro para fazermos tudo o que não fizemos, encontrarmos todos os amigos que não vimos, perder todos os quilos que encontramos, e por aí vai. Sim, a lista é longa. A angústia de estar perto do fim e a ansiedade de querer fazer tudo ao mesmo tempo misturam-se à expectativa das festas, confraternizações, reuniões e comemorações. Sem falar das listas. Lista de pessoas que temos que presentear, lista de presentes que temos que comprar, ingredientes que precisamos achar, pratos que iremos preparar, resoluções que iremos tomar. Ah, a tal lista de resolucões para o próximo ano! Definitivamente é muita coisa para ocuparmos nossas cabecinhas.
Mas dezembro é tempo de prepararmos nossas casas e nossas agendas para os festejos. Nossa loja já está enfeitada com os mimos que ganhamos de nossa querida Adriane, da Freezer Point (farei um post só para mostrar isso). E a Fada Formiga já está de vento em popa preparando as gulodices que irão encantar nossos amigos e clientes. Para ajudar aqueles que estão sem palpite sobre o que oferecer de lembrança, a partir de hoje postaremos 24 ideias de mimos que qualquer um gostaria de ganhar.

Ideia 24 para mimar quem você gosta - Cookies de chocolate branco e macadâmias.
Esses cookies fazem parte das Dez Mais da Fada, segundo a opinião de nossos clientes. Quem experimenta se apaixona pela textura, crocância, sabor. Rústicos e imperfeitos na aparência (lembrem-se, nossos produtos são artesanais!) são delicados e perfeitos ao paladar. Embalados como na foto ou em saquinhos de tecido são ideiais para qualquer ocasião, inclusive para você se dar de presente. Afinal, você merece!
Encomende os seus com até dois dias de antecedência clicando aqui.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

A Sofia está chegando!


A nossa mais nova amiguinha chegará amanhã (26/11) pela manhã e se chamará Sofia. E claro, para celebrar esta chegada tão esperada pela Ana e pelo Adam, quem for conhecê-la na maternidade ganhará uma lembrancinha feita com todo carinho por nós da Fada Formiga.
Nós fizemos amanteigados de baunilha cobertos com glacê colorido formando o lindo nome Sofia.
Não ficaram lindos os pacotinhos de bolachinhas?
Lembrancinhas delicadas e deliciosas, pode apostar!!!
Seja bem-vinda Sofia!

Beijos da Fada e bom final de semana a todos!












quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Quer um presentinho mais mimoso que este?




Continuando a série de presentinhos para alegrar os queridos amigos, que tal um mimo, que além de muito fofo, é deliciosamente aromatizado com baunilha e super delicado? Estamos falando de nossos Torrões de Açúcar, coloridos e perfumados! São os potinhos mais cobiçados aqui na nossa lojinha. Perfeito para acompanhar um chazinho com muffins!

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Presente, presentinho, presentão

Bolo, bolinho, bolão. Não importa o tamanho. Afinal, quem não gosta de ganhar uma gulodice de presente? Hoje iniciaremos nossa série "Gostosuras Fada Formiga para o Natal".

Para começar, escolhemos nosso novo xodó: os bolos enformados. São bolos de diversos sabores (ao gosto do freguês) que acompanham uma útil forma de cerâmica que pode ser reutilizada inúmeras vezes.
Disponíveis em três tamanhos, são ótimas e deliciosas opções para presentear quem você gosta de uma forma carinhosa e diferente. E para aqueles que têm um milhão de amigos mas não podem oferecer um presentão a cada um, a dica é o bolinho da Fada. Impossível não fazer bonito, pois o que vale mesmo é sua demonstração de carinho. Este é o mimo perfeito que deixará qualquer um feliz.
Ah, também já estamos aceitando encomendas para os festejos de fim de ano. Durante os próximos dias postaremos mais novidades e dicas.
Beijos da Fada!



sábado, 29 de outubro de 2011

Halloween à brasileira!




Há quem fique indignado com comemorações que não fazem parte de nossa cultura. O dia das bruxas antecede o dia de todos os santos que antecede o dia de finados. Há explicações sobre a origem dessa festa que hoje provavelmente possui caráter bem diferente mas que, no final das contas, diverte os povos de todos os cantos. Criticar tradições que não são nossas acaba nos obrigando á certas reflexões, como por exemplo, por que comemoramos tantas datas que nos levam a comprar tantos presentes? Mas enfim. Para amenizar essa história, a Fada Formiga deu um jeito de abrasileirar o dia das bruxas, afinal, alguma coisa é preciso fazer com a polpa das abóboras que viram lanternas, certo? Humm, isso mesmo, doce de abóbora com coco!Para quem nao quer entrar na brincadeiras das gulodices meio nojentinhas, taí a dica e a receita. A única coisa chata é que o doce espirra um pouco na hora de apurar, mas vale o sacrifício.



Doce de abóbora com coco

2kg de abóbora madura, descascada e cortada em pedaços

1kg de açúcar

2 copos de coco fresco ralado

cravo e canela a gosto


Leve ao fogo a abóbora e o açucar. Atenção: não adicione água, pois a abóbora solta bastante líquido. Cozinhe em fogo brando até que a abóbora amoleça. Com um amassador de batatas ou um garfo, amasse a abóbora grosseiramente e adicione o coco ralado, o cravo e a canela.


Mexa continuamente, em fogo baixo, até o doce encorpar e o fundo da panela começar a aparecer. Muito cuidado, pois o doce espirra um pouco (por isso o fogo baixo; fica mais fácil de controlar a revolta do doce). O ponto é algo muito particular. Se apurar muito, pode cristalizar e ficar puxa-puxa. Se apurar de menos, pode ficar aguado. Guarde em uma compoteira e delicie-se!

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Gostosura ou travessura?

Da última vez que ouvi isso, estava na casa de nossa mãe. Alguém bateu palmas e eu fui atender. Encontrei três meninos que me perguntaram "gostosura ou travessura"? Eu respondi, no auge do mau humor "nenhum dos dois". E fechei a porta. Minha irmã Beth disse que eu era amargurada, sem presença de espírito e saiu a cata dos meninos. Me senti, mesmo, amargurada e até com vergonha do meu ato. Mas eu estava de mau humor (provavelmente de TPM) e os meninos foram as minhas vítimas. Com certeza eles me chamaram de bruxa. Fazer o que.  Acontece. Acontece também que para a criançada o dia das bruxas, embora tradicionalmente americano, é um dia divertido. Brincar com o desconhecido, com seres míticos, com o medo dá uma sensação gostosinha na barriga da gente. Se fazer travessuras já é bom, imaginem "poder" fazê-las, chantageando as pessoas em troca de doces? No dia das bruxas, quase tudo é permitido, até mesmo comer insetos, aranhas e minhocas (feitas de gulodices, atenção!). E a Fada Formiga já entrou no clima. Na próxima semana a nossa loja, tão fofa e mimosa, dará espaço a esses seres esquisitos. Deixaremos de ser fadinhas para virarmos bruxinhas, mas bruxinhas legais, do bem. E para quem está atrás de guloseimas para o dia 31, a Fada aceita encomendas.
Muffins de minhoca, bolinhos de teia de aranha, monstros de cupcake, fantasminhas. Com a Fada Formiga, todos trocarão as travessuras por gostosuras! Encomenda as suas clicando aqui!

sábado, 15 de outubro de 2011

As fotos da loja da Fada...


Volta e meia nós nos deparamos com nossos clientes tirando fotos da nossa lojinha, da louça que usamos para servir nossas delícias e claro, de nossas delícias. A do lado foi tirada e nos enviada pela nossa mais nova amiga Daysi, antes de degustar uma de nossas gostosuras.

Queridos amigos, serví-los com primor e capricho é o nosso grande prazer e fiquem à vontade para mais fotos!!!

Beijos da Fada! E um bom domingo!!!!

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Sobremesa, deliciosa até no nome!

Nós, da Fada Formiga, somos caçadoras profissionais de coisinhas para a cozinha. Louças, enfeites, utilidades, formas para assarmos nossas delícias e até itens supérfluos, não importa, nada escapa aos nossos olhos. Assim como as formigas farejam comidinhas, as Fadas Formigas farejam tudo aquilo que de alguma forma deixará nossa loja mais charmosa e nossos quitutes mais saborosos. Pois bem, na sexta-feira, passando pela Av. Visconde de Guarapuava, fui fisgada por uma vitrine colorida de uma loja chamada Sobremesa. Obviamente que tive que entrar. A Sobremesa é uma loja muito bacana, recheada de coisas legais, divertidas, necessárias para equiparmos nossas cozinhas. Simplesmente um paraíso. Para quem, como nós, adora comprar um apetrecho novo daqueles que "não podemos viver sem", fica a dica. A Lu, do atelier Mime Vai Casar, também foi conferir a novidade e já deixou a dica para as noivinhas que farão chá de cozinha. A loja está situada na Av. Visconde de Guarapuava, esquina com a Bruno Filgueira.
E às meninas da Sobremesa, super simpáticas, ficam nossos votos de muito, muito sucesso!


sábado, 8 de outubro de 2011

Mimos, mimos e mais mimos

Nós, da Fada Formiga, adoramos mimar nossos clientes. Nossa loja foi planejada para acolher, restaurar  e alimentar não apenas o corpo, mas a alma também.
Nosso desejo é que todos sintam-se bem aqui e saiam felizes e satisfeitos, afinal, é para isso que todos os dias entramos em nossa cozinha para preparar as gulodices com tanto prazer.
Mas gostamos também quando somos mimadas, e o post de hoje é para agradecer um presente que ganhamos da Aline, nossa entusiasta que antes mesmo de abrirmos a loja nos enviava mensagens superpositivas e que, há alguns dias, nos trouxe um gracioso kusudama.
Kusudamas são origamis modulares que, pela minha brevíssima pesquisa, tinham fins medicinais. O  cordão abaixo do kusudama espalha a energia de cura contida na esfera para as pessoas e para o ambiente.
Nosso kusudama foi colocado em lugar de destaque, para energizar nossos amigos e deixar nossa loja com bom astral!
Aline, claro que adoramos o mimo e agradecemos muito seu gesto que significou muito para nós.
Beijos da Fada